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Santos Casais da Ferreira

policiario2016@gmail.com

INSTANTE OBSOLETO

Naquele dia, supõe-se que outrora, duvida-se, por vezes se antigamente, a barbárie, deambulava, em desespero, encharcadiça e etilizada, na penumbra da fuligem comprada no exterior, com o produto do leilão de bens saqueados.

Os cérebros residentes, compostos de sobras submersas em volfrâmio oportunista, mantinham as figuras (→) intervenientes (☻) no acossamento e vigia à porta, debaixo de mira, imobilizadas, e espalharam em si e no seu tabuleiro social, o rol de enredos e diz-que-disse, dissemelhantes dos anteriores e mais abastados em torpe miscelânea cognitiva.

 Ignorava-se de todo — quem diria — que o azar rondava a milícia atuante, com uma acirrada matilha de coiotes, e marcava o lugar, desenhava o alvo, atraindo o pessoal para a zona exclusiva de cavalos marinhos, colocados à disposição para espancamento próprio, a cada um segundo sua ganância, de modo que de nenhuma maneira alguém se pudesse queixar, por falta de porrada.