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Santos Casais da Ferreira

policiario2016@gmail.com

OFENSIVA TIPO B DE MATÉRIA-PRIMA MÁ


Os megalómanos juntaram-se com os egocêntricos, e depois, de largas horas de discussão, definiram uma estratégia comum, para lixar um objeto-cobaia.

Imediatamente convocaram os seus esbirros para a porem em prática.

Uma brigada de provocadores avançou para o bar frequentado pelo alvo. Entraram em fila indiana e cercaram-no. Sentado bebendo a bica, “colhido” de surpresa, perguntou a si mesmo (que é isto?).

 Por acaso um polícia que andava na ronda entrou no café. Os energúmenos amansaram.

Os jagunços optaram então por disfarçar os seus intentos consumindo algumas bebidas.

A vítima aproveitou para sair em segurança.

 Camponês, refugiado na cidade (perdido) de uma praga violenta de falta de trabalho, havida no campo. As ramificações locais de redes burladoras sitiantes, pensaram estar ali mais um otário, a depenar.

Apresentou queixa na autoridade competente local, que lhe disse ter direito à legitima defesa. Foi aconselhado a não responder a provocações. O alvo pensou, então, que seria mais seguro usar um nome falso, no quotidiano, e optou depois de muito ponderar, por:

‒ $&€.

Registou a alcunha, na conservatória alcunhante internacional, para que não houvesse reedições do pseudónimo à posteriori.

Com o seu certificado alcunhante, $&€, fez o seu currículo, e enviou-o para todas as agências de emprego.