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Santos Casais da Ferreira

policiario2016@gmail.com

Quando o senhor de Nihil

Quando o senhor de Nihil, foi ao pesqueiro retirar a sua parte da ração, já alguém pela socapa, envenenara a água, e matara os peixes. Porém, alguns pulavam ainda na margem, a queimarem os últimos cartuchos, bravos resistentes à moléstia inoculada, e de certa maneira eficaz, a chamarem a atenção para, como a semelhanças entre espécies diferentes se poderem tocar, e mesmo geminar, nalgumas situações.

 

Em outro espaço catalogado e pungente, no recatado interior do flanco externo, do tempo galáctico, (cada vez mais um reflexo intemporal), gravaram-se com capricho  quais antigos fosseis de antigas andanças, através da velha civilização, — idoso estado de avanço e lavoura social, — sobrevivente ao fim dos seus criadores, gravaram-se dizíamos, estampas pontuais das armadilhas vis, odiosas, e de várias qualidades e vários feitios, espalhadas criteriosamente com perícia satânica, prosperamente beneficiada pela aridez do ambiente geral da Província, e registadas à medida em que eram testadas e aprovadas, na conservatória Galáctica do Neurónio,  como remédio cunhado de exemplar, a favor da incolumidade mental.

 

 

Santos Casais da Ferreira